“Segurança de faz de conta”: Delegada denuncia maquiagem nos dados da violência em Pernambuco e expõe colapso na gestão de Raquel Lyra

A farsa foi exposta. Em um vídeo direto e corajoso, a delegada da Polícia Civil de Pernambuco, Natasha Dolci, desmontou a narrativa apresentada pela governadora Raquel Lyra sobre os avanços na segurança pública. Segundo ela, os números divulgados pela Secretaria de Defesa Social (SDS) não passam de estatísticas manipuladas para manter uma aparência de controle, enquanto o estado afunda na violência, no medo e no abandono das forças policiais.

“Aqui em Pernambuco a segurança é de faz de conta. Maquiam os números e vendem a ilusão de que está tudo bem. Prendem quem já está preso só pra inflar as estatísticas”, disparou a delegada, que vem ganhando notoriedade nas redes sociais por dizer o que muitos servidores da segurança têm medo de falar.

Com mais de 61 mil seguidores no Instagram, Natasha Dolci (@dolcinatasha) denuncia de forma incisiva a rotina precária das delegacias, a ausência de estrutura básica, os inquéritos fantasmas e uma política que prioriza “entregar números, não segurança real”.

Em sua fala, ela acusa a atual gestão estadual de promover um teatro de eficiência, quando na prática o que se vê são profissionais desmotivados, cidades reféns da criminalidade e uma população sem confiança no sistema.

“Faltam viaturas, faltam agentes, faltam condições básicas de trabalho. Mas sobra maquiagem nos dados pra agradar o discurso oficial.”

A fala da delegada escancara aquilo que a população do Sertão ao Litoral já sente na pele: a insegurança não é uma sensação, é uma realidade mascarada pelo marketing oficial.

Enquanto a governadora investe em campanhas publicitárias e discursos otimistas, policiais seguem arriscando a vida com equipamentos sucateados, sem estrutura e sem respaldo.

A crítica não vem de adversários políticos, mas de quem vive o caos por dentro.E quan do uma delegada da ativa afirma que o sistema é manipulado, não se trata mais de opinião — é denúncia gravíssima.

A pergunta que fica: de que adianta inflar números, se o povo continua morrendo, com medo e abandonado pelo Estado?

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